Variante nº8001

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8002

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8003

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8004

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8005

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8006

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8007

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8008

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8009

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8010

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8011

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8012

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8013

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8014

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8015

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8016

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8017

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8018

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8019

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8020

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8021

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8022

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8023

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8024

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8025

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8026

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8027

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8028

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8029

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8030

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8031

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8032

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8033

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8034

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8035

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8036

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8037

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8038

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8039

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8040

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8041

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8042

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8043

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8044

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8045

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8046

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8047

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8048

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8049

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8050

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8051

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8052

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8053

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8054

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8055

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8056

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8057

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8058

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8059

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8060

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8061

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8062

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8063

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8064

Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8065

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8066

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8067

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8068

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8069

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8070

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8071

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8072

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8073

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8074

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8075

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8076

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8077

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8078

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8079

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8080

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8081

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8082

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8083

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8084

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8085

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8086

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8087

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8088

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8089

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8090

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8091

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8092

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8093

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8094

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8095

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8096

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8097

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8098

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8099

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8100

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8101

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8102

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8103

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8104

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8105

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8106

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8107

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8108

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8109

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8110

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8111

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8112

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8113

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8114

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8115

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8116

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8117

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8118

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8119

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8120

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8121

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8122

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8123

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8124

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8125

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8126

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8127

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8128

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8129

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8130

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8131

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8132

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8133

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8134

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8135

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8136

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8137

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8138

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8139

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8140

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8141

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8142

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8143

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8144

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8145

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8146

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8147

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8148

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8149

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8150

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8151

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8152

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8153

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8154

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8155

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8156

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8157

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8158

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8159

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8160

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8161

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8162

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8163

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8164

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8165

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8166

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8167

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8168

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8169

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8170

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8171

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8172

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8173

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8174

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8175

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8176

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8177

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8178

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8179

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8180

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8181

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8182

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8183

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8184

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8185

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8186

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8187

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8188

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8189

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8190

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8191

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8192

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8193

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8194

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8195

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8196

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8197

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8198

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8199

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8200

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8201

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8202

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8203

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8204

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8205

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8206

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8207

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8208

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8209

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8210

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8211

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8212

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8213

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8214

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8215

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8216

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8217

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8218

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8219

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8220

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8221

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8222

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8223

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8224

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8225

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8226

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8227

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8228

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8229

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8230

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8231

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8232

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8233

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8234

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8235

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8236

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8237

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8238

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8239

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8240

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8241

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8242

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8243

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8244

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8245

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8246

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8247

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8248

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8249

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8250

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8251

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8252

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8253

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8254

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8255

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8256

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8257

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8258

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8259

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8260

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8261

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8262

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8263

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8264

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8265

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8266

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8267

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8268

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8269

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8270

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8271

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8272

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8273

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8274

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8275

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8276

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8277

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8278

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8279

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8280

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8281

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8282

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8283

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8284

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8285

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8286

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8287

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8288

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8289

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8290

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8291

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8292

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8293

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8294

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8295

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8296

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8297

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8298

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8299

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8300

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8301

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8302

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8303

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8304

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8305

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8306

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8307

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8308

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8309

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8310

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8311

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8312

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8313

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8314

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8315

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8316

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8317

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8318

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8319

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8320

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8321

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8322

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8323

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8324

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8325

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8326

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8327

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8328

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8329

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8330

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8331

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8332

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8333

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8334

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8335

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8336

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8337

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8338

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8339

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8340

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8341

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8342

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8343

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8344

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8345

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8346

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8347

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8348

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8349

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8350

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8351

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8352

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8353

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8354

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8355

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8356

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8357

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8358

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8359

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8360

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8361

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8362

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8363

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8364

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8365

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8366

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8367

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8368

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8369

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8370

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8371

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8372

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8373

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8374

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8375

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8376

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8377

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8378

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8379

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8380

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8381

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8382

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8383

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8384

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8385

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8386

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8387

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8388

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8389

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8390

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8391

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8392

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8393

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8394

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8395

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8396

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8397

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8398

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8399

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8400

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8401

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8402

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8403

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8404

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8405

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8406

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8407

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8408

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8409

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8410

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8411

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8412

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8413

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8414

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8415

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8416

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8417

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8418

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8419

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8420

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8421

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8422

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8423

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8424

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8425

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8426

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8427

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8428

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8429

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8430

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8431

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8432

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8433

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8434

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8435

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8436

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8437

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8438

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8439

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8440

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8441

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8442

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8443

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8444

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8445

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8446

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8447

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8448

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8449

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8450

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8451

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8452

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8453

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8454

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8455

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8456

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8457

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8458

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8459

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8460

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8461

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8462

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8463

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8464

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8465

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8466

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8467

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8468

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8469

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8470

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8471

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8472

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8473

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8474

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8475

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8476

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8477

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8478

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8479

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8480

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8481

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8482

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8483

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8484

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8485

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8486

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8487

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8488

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8489

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8490

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8491

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8492

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8493

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8494

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8495

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8496

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8497

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8498

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8499

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8500

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8501

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8502

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8503

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8504

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8505

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8506

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8507

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8508

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8509

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8510

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8511

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8512

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8513

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8514

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8515

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8516

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8517

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8518

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8519

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8520

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8521

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8522

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8523

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8524

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8525

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8526

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8527

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8528

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8529

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8530

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8531

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8532

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8533

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8534

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8535

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8536

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8537

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8538

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8539

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8540

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8541

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8542

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8543

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8544

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8545

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8546

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8547

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8548

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8549

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8550

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8551

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8552

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8553

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8554

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8555

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8556

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8557

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8558

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8559

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8560

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8561

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8562

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8563

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8564

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8565

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8566

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8567

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8568

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8569

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8570

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8571

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8572

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8573

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8574

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8575

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8576

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8577

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8578

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8579

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8580

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8581

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8582

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8583

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8584

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8585

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8586

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8587

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8588

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8589

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8590

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8591

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8592

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8593

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8594

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8595

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8596

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8597

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8598

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8599

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8600

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8601

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8602

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8603

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8604

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8605

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8606

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8607

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8608

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8609

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8610

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8611

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8612

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8613

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8614

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8615

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8616

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8617

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8618

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8619

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8620

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8621

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8622

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8623

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8624

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8625

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8626

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8627

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8628

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8629

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8630

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8631

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8632

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8633

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8634

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8635

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8636

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8637

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8638

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8639

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8640

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8641

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8642

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8643

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8644

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº8645

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
F