Variante nº4001 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4002 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4003 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4004 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4005 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4006 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4007 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4008 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4009 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4010 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4011 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4012 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4013 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4014 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4015 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4016 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4017 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4018 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4019 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4020 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4021 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4022 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4023 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4024 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4025 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4026 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4027 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4028 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4029 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4030 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4031 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4032 Pese a sentença igual do algoz ignoto
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4033 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4034 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4035 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4036 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4037 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4038 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4039 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4040 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4041 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4042 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4043 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4044 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4045 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4046 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4047 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4048 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4049 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4050 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4051 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4052 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4053 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4054 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4055 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4056 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4057 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4058 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4059 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4060 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4061 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4062 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4063 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4064 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4065 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4066 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4067 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4068 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4069 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4070 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4071 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4072 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4073 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4074 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4075 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4076 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4077 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4078 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4079 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4080 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4081 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4082 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4083 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4084 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4085 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4086 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4087 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4088 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4089 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4090 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4091 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4092 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4093 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4094 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4095 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4096 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4097 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4098 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4099 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4100 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4101 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4102 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4103 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4104 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4105 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4106 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4107 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4108 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4109 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4110 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4111 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4112 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4113 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4114 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4115 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4116 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4117 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4118 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4119 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4120 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4121 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4122 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4123 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4124 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4125 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4126 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4127 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4128 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4129 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4130 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4131 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4132 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4133 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4134 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4135 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4136 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4137 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4138 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4139 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4140 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4141 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4142 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4143 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4144 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4145 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4146 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4147 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4148 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4149 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4150 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4151 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4152 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4153 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4154 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4155 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4156 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4157 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4158 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4159 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4160 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4161 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4162 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4163 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4164 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4165 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4166 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4167 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4168 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4169 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4170 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4171 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4172 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4173 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4174 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4175 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4176 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4177 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4178 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4179 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4180 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4181 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4182 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4183 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4184 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4185 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4186 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4187 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4188 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4189 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4190 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4191 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4192 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4193 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4194 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4195 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4196 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4197 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4198 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4199 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4200 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4201 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4202 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4203 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4204 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4205 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4206 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4207 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4208 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4209 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4210 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4211 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4212 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4213 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4214 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4215 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4216 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4217 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4218 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4219 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4220 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4221 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4222 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4223 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4224 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4225 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4226 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4227 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4228 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4229 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4230 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4231 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4232 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4233 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4234 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4235 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4236 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4237 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4238 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4239 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4240 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4241 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4242 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4243 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4244 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4245 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4246 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4247 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4248 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4249 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4250 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4251 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4252 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4253 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4254 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4255 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4256 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4257 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4258 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4259 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4260 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4261 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4262 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4263 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4264 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4265 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4266 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4267 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4268 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4269 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4270 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4271 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4272 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4273 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4274 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4275 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4276 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4277 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4278 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4279 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4280 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4281 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4282 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4283 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4284 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4285 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4286 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4287 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4288 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4289 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4290 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4291 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4292 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4293 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4294 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4295 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4296 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4297 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4298 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4299 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4300 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4301 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4302 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4303 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4304 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4305 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4306 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4307 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4308 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4309 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4310 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4311 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4312 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4313 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4314 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4315 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4316 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4317 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4318 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4319 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4320 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4321 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4322 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4323 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4324 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4325 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4326 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4327 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4328 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4329 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4330 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4331 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4332 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4333 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4334 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4335 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4336 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4337 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4338 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4339 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4340 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4341 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4342 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4343 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4344 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4345 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4346 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4347 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4348 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4349 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4350 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4351 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4352 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4353 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4354 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4355 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4356 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4357 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4358 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4359 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4360 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4361 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4362 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4363 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4364 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4365 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4366 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4367 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4368 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4369 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4370 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4371 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4372 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4373 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4374 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4375 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4376 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4377 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4378 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4379 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4380 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4381 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4382 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4383 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4384 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4385 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4386 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4387 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4388 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4389 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4390 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4391 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4392 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4393 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4394 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4395 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4396 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4397 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4398 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4399 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4400 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4401 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4402 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4403 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4404 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4405 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4406 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4407 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4408 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4409 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4410 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4411 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4412 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4413 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4414 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4415 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4416 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4417 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4418 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4419 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4420 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4421 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4422 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4423 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4424 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4425 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4426 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4427 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4428 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4429 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4430 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4431 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4432 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4433 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4434 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4435 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4436 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4437 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4438 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4439 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4440 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4441 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4442 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4443 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4444 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4445 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4446 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4447 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4448 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4449 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4450 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4451 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4452 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4453 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4454 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4455 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4456 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4457 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4458 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4459 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4460 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4461 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4462 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4463 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4464 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4465 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4466 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4467 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4468 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4469 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4470 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4471 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4472 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4473 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4474 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4475 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4476 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4477 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4478 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4479 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4480 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4481 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4482 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4483 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4484 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4485 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4486 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4487 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4488 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4489 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4490 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4491 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4492 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4493 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4494 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4495 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4496 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4497 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4498 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4499 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4500 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4501 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4502 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4503 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4504 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4505 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4506 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4507 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4508 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4509 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4510 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4511 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4512 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4513 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4514 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4515 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4516 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4517 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4518 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4519 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4520 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4521 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4522 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4523 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4524 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4525 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4526 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4527 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4528 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4529 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4530 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4531 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4532 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4533 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4534 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4535 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4536 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4537 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4538 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4539 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4540 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4541 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4542 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4543 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4544 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4545 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4546 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4547 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4548 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4549 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4550 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4551 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4552 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4553 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4554 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4555 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4556 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4557 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4558 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4559 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4560 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4561 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4562 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4563 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4564 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4565 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4566 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4567 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4568 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4569 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4570 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4571 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4572 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4573 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4574 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4575 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4576 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4577 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4578 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4579 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4580 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4581 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4582 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4583 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4584 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4585 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4586 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4587 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4588 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4589 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4590 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4591 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4592 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4593 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4594 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4595 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4596 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4597 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4598 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4599 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4600 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4601 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4602 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4603 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4604 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4605 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4606 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4607 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4608 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4609 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4610 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4611 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4612 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4613 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4614 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4615 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4616 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4617 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4618 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4619 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4620 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4621 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4622 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4623 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4624 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4625 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4626 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4627 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4628 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4629 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4630 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4631 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4632 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4633 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4634 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4635 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4636 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4637 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4638 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4639 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4640 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4641 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4642 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº4643 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº4644 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº4645 Pesa a sentença igual do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente