Variante nº24001

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24002

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24003

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24004

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24005

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24006

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24007

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24008

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24009

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24010

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24011

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24012

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24013

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24014

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24015

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24016

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24017

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24018

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24019

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24020

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24021

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24022

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24023

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24024

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24025

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24026

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24027

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24028

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24029

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24030

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24031

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24032

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24033

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24034

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24035

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24036

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24037

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24038

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24039

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24040

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24041

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24042

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24043

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24044

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24045

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24046

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24047

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24048

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24049

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24050

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24051

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24052

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24053

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24054

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24055

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24056

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24057

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24058

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24059

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24060

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24061

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24062

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24063

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24064

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24065

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24066

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24067

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24068

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24069

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24070

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24071

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24072

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24073

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24074

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24075

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24076

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24077

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24078

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24079

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24080

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24081

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24082

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24083

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24084

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24085

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24086

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24087

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24088

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24089

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24090

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24091

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24092

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24093

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24094

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24095

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24096

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24097

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24098

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24099

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24100

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24101

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24102

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24103

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24104

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24105

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24106

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24107

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24108

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24109

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24110

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24111

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24112

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24113

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24114

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24115

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24116

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24117

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24118

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24119

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24120

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24121

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24122

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24123

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24124

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24125

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24126

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24127

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24128

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24129

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24130

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24131

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24132

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24133

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24134

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24135

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24136

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24137

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24138

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24139

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24140

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24141

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24142

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24143

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24144

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24145

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24146

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24147

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24148

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24149

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24150

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24151

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24152

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24153

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24154

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24155

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24156

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24157

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24158

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24159

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24160

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24161

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24162

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24163

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24164

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24165

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24166

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24167

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24168

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24169

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24170

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24171

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24172

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24173

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24174

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24175

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24176

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24177

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24178

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24179

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24180

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24181

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24182

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24183

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24184

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24185

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24186

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24187

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24188

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24189

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24190

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24191

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24192

Pese a sentença igual da ignota morte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24193

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24194

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24195

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24196

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24197

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24198

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24199

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24200

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24201

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24202

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24203

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24204

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24205

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24206

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24207

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24208

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24209

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24210

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24211

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24212

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24213

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24214

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24215

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24216

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24217

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24218

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24219

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24220

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24221

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24222

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24223

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24224

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24225

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24226

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24227

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24228

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24229

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24230

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24231

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24232

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24233

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24234

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24235

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24236

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24237

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24238

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24239

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24240

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24241

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24242

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24243

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24244

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24245

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24246

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24247

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24248

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24249

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24250

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24251

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24252

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24253

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24254

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24255

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24256

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24257

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24258

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24259

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24260

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24261

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24262

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24263

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24264

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24265

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24266

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24267

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24268

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24269

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24270

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24271

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24272

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24273

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24274

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24275

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24276

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24277

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24278

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24279

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24280

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24281

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24282

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24283

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24284

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24285

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24286

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24287

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24288

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24289

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24290

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24291

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24292

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24293

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24294

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24295

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24296

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24297

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24298

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24299

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24300

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24301

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24302

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24303

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24304

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24305

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24306

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24307

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24308

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24309

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24310

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24311

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24312

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24313

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24314

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24315

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24316

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24317

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24318

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24319

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24320

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24321

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24322

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24323

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24324

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24325

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24326

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24327

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24328

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24329

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24330

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24331

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24332

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24333

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24334

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24335

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24336

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24337

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24338

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24339

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24340

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24341

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24342

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24343

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24344

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24345

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24346

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24347

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24348

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24349

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24350

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24351

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24352

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24353

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24354

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24355

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24356

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24357

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24358

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24359

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24360

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24361

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24362

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24363

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24364

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24365

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24366

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24367

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24368

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24369

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24370

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24371

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24372

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24373

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24374

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24375

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24376

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24377

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24378

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24379

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24380

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24381

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24382

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24383

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24384

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24385

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24386

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24387

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24388

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24389

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24390

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24391

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24392

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24393

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24394

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24395

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24396

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24397

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24398

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24399

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24400

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24401

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24402

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24403

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24404

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24405

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24406

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24407

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24408

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24409

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24410

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24411

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24412

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24413

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24414

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24415

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24416

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24417

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24418

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24419

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24420

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24421

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24422

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24423

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24424

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24425

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24426

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24427

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24428

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24429

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24430

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24431

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24432

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24433

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24434

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24435

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24436

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24437

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24438

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24439

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24440

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24441

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24442

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24443

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24444

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24445

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24446

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24447

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24448

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24449

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24450

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24451

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24452

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24453

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24454

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24455

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24456

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24457

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24458

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24459

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24460

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24461

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24462

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24463

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24464

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24465

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24466

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24467

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24468

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24469

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24470

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24471

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24472

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24473

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24474

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24475

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24476

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24477

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24478

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24479

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24480

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24481

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24482

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24483

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24484

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24485

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24486

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24487

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24488

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24489

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24490

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24491

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24492

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24493

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24494

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24495

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24496

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24497

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24498

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24499

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24500

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24501

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24502

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24503

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24504

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24505

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24506

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24507

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24508

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24509

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24510

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24511

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24512

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24513

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24514

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24515

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24516

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24517

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24518

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24519

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24520

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24521

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24522

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24523

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24524

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24525

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24526

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24527

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24528

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24529

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24530

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24531

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24532

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24533

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24534

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24535

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24536

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24537

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24538

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24539

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24540

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24541

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24542

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24543

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24544

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24545

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24546

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24547

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24548

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24549

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24550

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24551

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24552

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24553

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24554

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24555

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24556

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24557

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24558

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24559

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24560

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24561

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24562

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24563

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24564

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24565

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24566

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24567

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24568

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24569

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24570

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24571

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24572

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24573

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24574

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24575

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24576

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24577

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24578

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24579

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24580

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24581

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24582

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24583

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24584

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24585

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24586

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24587

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24588

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24589

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24590

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24591

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24592

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24593

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24594

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24595

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24596

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24597

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24598

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24599

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24600

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24601

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24602

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24603

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24604

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24605

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24606

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24607

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24608

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24609

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24610

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24611

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24612

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24613

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24614

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24615

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24616

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24617

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24618

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24619

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24620

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24621

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24622

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24623

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24624

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24625

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24626

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24627

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24628

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24629

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24630

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24631

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24632

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24633

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24634

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24635

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24636

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24637

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24638

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24639

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24640

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24641

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24642

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24643

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24644

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº24645

Pesa o decreto atroz do fim certeiro
Em cada cerviz viva. É entrudo e rie