Variante nº1001 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1002 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1003 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1004 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1005 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1006 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1007 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1008 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1009 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1010 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1011 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1012 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1013 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1014 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1015 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1016 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1017 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1018 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1019 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1020 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1021 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1022 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1023 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1024 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1025 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1026 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1027 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1028 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1029 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1030 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1031 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1032 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1033 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1034 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1035 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1036 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1037 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1038 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1039 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1040 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1041 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1042 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1043 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1044 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1045 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1046 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1047 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1048 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1049 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1050 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1051 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1052 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1053 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1054 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1055 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1056 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1057 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1058 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1059 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1060 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1061 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1062 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1063 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1064 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1065 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1066 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1067 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1068 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1069 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1070 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1071 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1072 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1073 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1074 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1075 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1076 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1077 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1078 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1079 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1080 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1081 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1082 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1083 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1084 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1085 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1086 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1087 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1088 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1089 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1090 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1091 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1092 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1093 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1094 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1095 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1096 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1097 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1098 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1099 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1100 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1101 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1102 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1103 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1104 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1105 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1106 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1107 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1108 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1109 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1110 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1111 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1112 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1113 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1114 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1115 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1116 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1117 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1118 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1119 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1120 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1121 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1122 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1123 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1124 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1125 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1126 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1127 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1128 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1129 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1130 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1131 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1132 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1133 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1134 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1135 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1136 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1137 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1138 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1139 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1140 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1141 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1142 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1143 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1144 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1145 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1146 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1147 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1148 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1149 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1150 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1151 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1152 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1153 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1154 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1155 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1156 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1157 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1158 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1159 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1160 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1161 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1162 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1163 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1164 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1165 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1166 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1167 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1168 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1169 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1170 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1171 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1172 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1173 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1174 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1175 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1176 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1177 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1178 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1179 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1180 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1181 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1182 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1183 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1184 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1185 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1186 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1187 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1188 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1189 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1190 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1191 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1192 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1193 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1194 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1195 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1196 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1197 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1198 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1199 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1200 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1201 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1202 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1203 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1204 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1205 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1206 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1207 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1208 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1209 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1210 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1211 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1212 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1213 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1214 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1215 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1216 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1217 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1218 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1219 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1220 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1221 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1222 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1223 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1224 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1225 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1226 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1227 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1228 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1229 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1230 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1231 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1232 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1233 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1234 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1235 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1236 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1237 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1238 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1239 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1240 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1241 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1242 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1243 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1244 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1245 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1246 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1247 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1248 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1249 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1250 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1251 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1252 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1253 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1254 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1255 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1256 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1257 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1258 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1259 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1260 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1261 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1262 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1263 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1264 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1265 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1266 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1267 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1268 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1269 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1270 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1271 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1272 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1273 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1274 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1275 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1276 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1277 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1278 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1279 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1280 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1281 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1282 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1283 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1284 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1285 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1286 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1287 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1288 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1289 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1290 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1291 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1292 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1293 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1294 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1295 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1296 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1297 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1298 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1299 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1300 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1301 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1302 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1303 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1304 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1305 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1306 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1307 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1308 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1309 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1310 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1311 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1312 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1313 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1314 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1315 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1316 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1317 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1318 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1319 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1320 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1321 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1322 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1323 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1324 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1325 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1326 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1327 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1328 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1329 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1330 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1331 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1332 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1333 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1334 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1335 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1336 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1337 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1338 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1339 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1340 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1341 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1342 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1343 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1344 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1345 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1346 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1347 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1348 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1349 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1350 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1351 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1352 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1353 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1354 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1355 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1356 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1357 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1358 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1359 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1360 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1361 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1362 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1363 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1364 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1365 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1366 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1367 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1368 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1369 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1370 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1371 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1372 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1373 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1374 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1375 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1376 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1377 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1378 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1379 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1380 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1381 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1382 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1383 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1384 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1385 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1386 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1387 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1388 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1389 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1390 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1391 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1392 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1393 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1394 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1395 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1396 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1397 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1398 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1399 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1400 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1401 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1402 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1403 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1404 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1405 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1406 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1407 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1408 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1409 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1410 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1411 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1412 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1413 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1414 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1415 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1416 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1417 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1418 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1419 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1420 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1421 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1422 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1423 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1424 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1425 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1426 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1427 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1428 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1429 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1430 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1431 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1432 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1433 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1434 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1435 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1436 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1437 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1438 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1439 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1440 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1441 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1442 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1443 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1444 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1445 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1446 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1447 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1448 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1449 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1450 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1451 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1452 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1453 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1454 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1455 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1456 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1457 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1458 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1459 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1460 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1461 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1462 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1463 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1464 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1465 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1466 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1467 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1468 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1469 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1470 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1471 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1472 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1473 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1474 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1475 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1476 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1477 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1478 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1479 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1480 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1481 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1482 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1483 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1484 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1485 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1486 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1487 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1488 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1489 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1490 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1491 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1492 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1493 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1494 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1495 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1496 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1497 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1498 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1499 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1500 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1501 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1502 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1503 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1504 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1505 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1506 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1507 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1508 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1509 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1510 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1511 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1512 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1513 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1514 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1515 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1516 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1517 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1518 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1519 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1520 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1521 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1522 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1523 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1524 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1525 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1526 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1527 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1528 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1529 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1530 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1531 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1532 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1533 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1534 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1535 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1536 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1537 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1538 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1539 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1540 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1541 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1542 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1543 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1544 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1545 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1546 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1547 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1548 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1549 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1550 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1551 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1552 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1553 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1554 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1555 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1556 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1557 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1558 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1559 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1560 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1561 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1562 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1563 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1564 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1565 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1566 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1567 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1568 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1569 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1570 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1571 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1572 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1573 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1574 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1575 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1576 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1577 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1578 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1579 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1580 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1581 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1582 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1583 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1584 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1585 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1586 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1587 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1588 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1589 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1590 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1591 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1592 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1593 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1594 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1595 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1596 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1597 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1598 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1599 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1600 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1601 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1602 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1603 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1604 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1605 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1606 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1607 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1608 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1609 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1610 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1611 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1612 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1613 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1614 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1615 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1616 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1617 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1618 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1619 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1620 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1621 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1622 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1623 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1624 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1625 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1626 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1627 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1628 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1629 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1630 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1631 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1632 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1633 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1634 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1635 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1636 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1637 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1638 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1639 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1640 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1641 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1642 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
Viver os moribundos!
Variante nº1643 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Brincar os moribundos!
Variante nº1644 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
Viver os moribundos!
Variante nº1645 Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
A vida,