Variante nº13001

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13002

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13003

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13004

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13005

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13006

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13007

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13008

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13009

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13010

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13011

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13012

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13013

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13014

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13015

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13016

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13017

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13018

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13019

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13020

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13021

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13022

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13023

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13024

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13025

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13026

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13027

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13028

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13029

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13030

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13031

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13032

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13033

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13034

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13035

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13036

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13037

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13038

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13039

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13040

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13041

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13042

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13043

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13044

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13045

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13046

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13047

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13048

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13049

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13050

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13051

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13052

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13053

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13054

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13055

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13056

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13057

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13058

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13059

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13060

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13061

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13062

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13063

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13064

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13065

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13066

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13067

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13068

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13069

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13070

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13071

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13072

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13073

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13074

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13075

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13076

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13077

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13078

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13079

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13080

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13081

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13082

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13083

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13084

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13085

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13086

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13087

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13088

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13089

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13090

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13091

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13092

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13093

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13094

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13095

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13096

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13097

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13098

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13099

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13100

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13101

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13102

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13103

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13104

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz ínscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13105

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13106

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13107

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13108

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13109

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13110

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13111

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13112

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13113

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13114

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13115

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13116

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13117

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13118

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13119

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13120

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13121

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13122

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13123

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13124

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13125

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13126

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13127

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13128

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13129

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13130

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13131

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13132

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13133

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13134

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13135

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13136

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13137

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13138

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13139

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13140

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13141

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13142

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13143

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13144

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13145

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13146

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13147

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13148

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13149

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13150

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13151

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13152

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13153

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13154

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13155

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13156

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13157

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13158

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13159

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13160

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13161

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13162

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13163

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13164

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13165

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13166

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13167

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13168

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13169

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13170

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13171

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13172

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13173

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13174

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13175

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13176

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13177

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13178

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13179

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13180

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13181

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13182

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13183

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13184

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13185

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13186

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13187

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13188

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13189

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13190

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13191

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13192

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13193

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13194

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13195

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13196

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13197

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13198

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13199

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13200

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13201

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13202

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13203

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13204

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13205

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13206

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13207

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13208

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13209

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13210

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13211

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13212

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13213

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13214

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13215

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13216

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13217

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13218

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13219

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13220

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13221

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13222

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13223

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13224

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13225

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13226

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13227

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13228

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13229

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13230

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13231

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13232

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13233

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13234

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13235

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13236

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13237

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13238

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13239

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13240

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13241

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13242

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13243

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13244

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13245

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13246

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13247

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13248

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13249

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13250

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13251

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13252

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13253

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13254

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13255

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13256

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13257

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13258

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13259

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13260

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13261

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13262

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13263

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13264

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13265

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13266

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13267

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13268

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13269

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13270

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13271

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13272

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13273

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13274

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13275

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13276

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13277

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13278

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13279

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13280

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13281

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13282

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13283

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13284

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13285

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13286

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13287

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13288

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13289

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13290

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13291

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13292

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13293

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13294

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13295

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13296

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13297

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13298

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13299

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13300

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13301

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13302

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13303

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13304

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13305

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13306

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13307

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13308

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13309

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13310

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13311

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13312

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13313

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13314

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13315

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13316

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13317

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13318

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13319

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13320

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13321

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13322

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13323

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13324

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13325

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13326

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13327

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13328

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13329

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13330

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13331

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13332

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13333

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13334

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13335

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13336

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13337

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13338

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13339

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13340

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13341

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13342

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13343

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13344

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13345

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13346

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13347

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13348

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13349

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13350

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13351

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13352

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13353

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13354

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13355

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13356

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13357

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13358

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13359

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13360

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13361

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13362

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13363

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13364

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13365

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13366

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13367

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13368

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13369

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13370

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13371

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13372

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13373

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13374

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13375

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13376

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13377

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13378

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13379

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13380

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13381

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13382

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13383

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13384

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13385

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13386

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13387

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13388

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13389

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13390

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13391

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13392

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13393

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13394

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13395

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13396

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13397

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13398

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13399

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13400

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13401

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13402

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13403

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13404

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13405

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13406

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13407

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13408

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13409

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13410

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13411

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13412

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13413

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13414

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13415

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13416

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13417

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13418

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13419

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13420

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13421

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13422

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13423

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13424

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13425

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13426

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13427

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13428

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13429

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13430

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13431

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13432

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13433

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13434

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13435

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13436

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13437

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13438

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13439

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13440

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada cerviz serva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13441

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13442

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13443

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13444

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13445

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13446

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13447

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13448

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13449

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13450

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13451

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13452

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13453

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13454

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13455

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13456

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13457

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13458

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13459

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13460

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13461

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13462

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13463

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13464

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13465

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13466

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13467

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13468

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13469

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13470

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13471

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13472

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13473

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13474

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13475

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13476

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13477

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13478

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13479

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13480

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13481

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13482

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13483

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13484

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13485

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13486

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13487

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13488

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13489

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13490

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13491

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13492

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13493

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13494

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13495

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13496

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13497

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13498

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13499

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13500

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13501

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13502

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13503

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13504

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13505

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13506

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13507

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13508

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13509

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13510

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13511

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13512

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13513

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13514

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13515

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13516

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13517

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13518

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13519

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13520

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13521

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13522

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13523

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13524

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13525

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13526

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13527

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13528

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13529

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13530

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13531

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13532

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13533

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13534

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13535

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13536

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13537

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13538

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13539

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13540

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13541

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13542

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13543

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13544

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13545

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13546

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13547

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13548

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13549

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13550

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13551

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13552

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13553

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13554

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13555

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13556

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13557

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13558

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13559

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13560

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13561

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13562

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13563

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13564

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13565

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13566

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13567

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13568

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13569

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13570

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13571

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13572

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13573

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13574

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13575

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13576

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13577

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13578

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13579

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13580

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13581

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13582

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13583

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13584

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13585

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13586

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13587

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13588

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13589

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13590

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13591

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13592

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13593

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13594

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13595

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13596

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13597

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13598

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13599

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13600

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13601

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13602

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13603

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13604

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13605

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13606

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13607

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13608

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13609

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13610

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13611

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13612

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13613

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13614

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13615

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13616

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13617

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13618

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13619

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13620

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13621

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13622

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13623

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13624

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13625

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13626

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13627

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13628

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13629

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13630

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13631

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13632

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13633

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13634

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13635

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13636

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13637

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13638

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13639

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13640

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13641

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13642

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13643

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº13644

Pesa a sentença igual da ignota sorte
Em cada mortal corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas,