Variante nº10001

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10002

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10003

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10004

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10005

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10006

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10007

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10008

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10009

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10010

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10011

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10012

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10013

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10014

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10015

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10016

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10017

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10018

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10019

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10020

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10021

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10022

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10023

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10024

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10025

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10026

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10027

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10028

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10029

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10030

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10031

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10032

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10033

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10034

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10035

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10036

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10037

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10038

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10039

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10040

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10041

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10042

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10043

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10044

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10045

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10046

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10047

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10048

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10049

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10050

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10051

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10052

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10053

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10054

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10055

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10056

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10057

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10058

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10059

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10060

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10061

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10062

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10063

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10064

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10065

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10066

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10067

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10068

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10069

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10070

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10071

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10072

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10073

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10074

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10075

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10076

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10077

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10078

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10079

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10080

Pesa a sentença atroz da ignota sorte
Em cada breve corpo. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10081

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10082

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10083

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10084

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10085

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10086

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10087

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10088

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10089

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10090

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10091

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10092

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10093

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10094

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10095

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10096

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10097

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10098

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10099

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10100

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10101

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10102

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10103

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10104

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10105

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10106

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10107

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10108

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10109

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10110

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10111

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10112

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10113

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10114

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10115

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10116

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10117

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10118

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10119

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10120

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10121

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10122

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10123

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10124

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10125

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10126

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10127

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10128

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10129

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10130

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10131

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10132

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10133

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10134

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10135

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10136

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10137

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10138

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10139

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10140

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10141

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10142

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10143

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10144

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10145

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10146

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10147

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10148

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10149

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10150

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10151

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10152

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10153

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10154

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10155

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10156

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10157

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10158

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10159

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10160

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10161

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10162

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10163

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10164

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10165

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10166

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10167

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10168

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10169

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10170

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10171

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10172

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10173

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10174

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10175

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10176

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10177

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10178

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10179

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10180

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10181

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10182

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10183

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10184

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10185

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10186

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10187

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10188

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10189

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10190

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10191

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10192

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10193

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10194

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10195

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10196

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10197

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10198

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10199

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10200

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10201

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10202

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10203

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10204

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10205

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10206

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10207

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10208

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10209

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10210

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10211

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10212

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10213

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10214

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10215

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10216

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10217

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10218

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10219

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10220

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10221

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10222

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10223

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10224

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10225

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10226

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10227

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10228

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10229

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10230

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10231

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10232

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10233

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10234

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10235

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10236

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10237

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10238

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10239

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10240

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10241

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10242

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10243

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10244

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10245

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10246

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10247

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10248

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10249

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10250

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10251

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10252

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10253

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10254

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10255

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10256

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10257

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10258

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10259

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10260

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10261

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10262

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10263

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10264

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10265

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10266

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10267

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10268

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10269

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10270

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10271

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10272

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10273

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10274

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10275

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10276

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10277

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10278

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10279

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10280

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10281

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10282

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10283

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10284

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10285

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10286

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10287

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10288

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10289

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10290

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10291

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10292

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10293

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10294

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10295

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10296

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10297

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10298

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10299

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10300

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10301

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10302

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10303

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10304

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10305

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10306

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10307

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10308

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10309

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10310

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10311

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10312

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10313

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10314

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10315

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10316

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10317

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10318

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10319

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10320

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10321

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10322

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10323

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10324

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10325

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10326

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10327

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10328

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10329

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10330

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10331

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10332

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10333

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10334

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10335

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10336

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10337

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10338

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10339

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10340

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10341

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10342

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10343

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10344

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10345

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10346

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10347

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10348

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10349

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10350

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10351

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10352

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10353

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10354

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10355

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10356

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10357

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10358

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10359

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10360

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10361

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10362

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10363

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10364

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10365

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10366

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10367

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10368

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10369

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10370

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10371

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10372

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10373

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10374

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10375

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10376

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10377

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10378

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10379

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10380

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10381

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10382

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10383

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10384

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10385

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10386

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10387

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10388

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10389

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10390

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10391

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10392

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10393

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10394

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10395

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10396

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10397

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10398

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10399

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10400

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10401

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10402

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10403

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10404

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10405

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10406

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10407

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10408

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10409

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10410

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10411

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10412

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10413

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10414

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10415

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10416

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10417

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10418

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10419

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10420

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10421

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10422

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10423

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10424

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10425

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10426

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10427

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10428

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10429

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10430

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10431

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10432

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10433

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10434

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10435

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10436

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10437

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10438

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10439

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10440

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10441

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10442

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10443

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10444

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10445

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10446

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10447

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10448

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10449

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10450

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10451

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10452

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10453

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10454

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10455

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10456

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10457

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10458

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10459

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10460

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10461

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10462

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10463

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10464

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10465

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10466

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10467

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10468

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10469

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10470

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10471

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10472

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10473

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10474

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10475

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10476

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10477

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10478

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10479

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10480

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10481

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10482

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10483

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10484

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10485

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10486

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10487

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10488

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10489

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10490

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10491

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10492

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10493

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10494

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10495

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10496

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10497

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10498

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10499

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10500

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10501

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10502

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10503

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10504

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10505

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10506

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10507

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10508

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10509

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10510

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10511

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10512

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10513

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10514

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10515

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10516

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10517

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10518

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10519

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10520

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10521

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10522

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10523

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10524

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10525

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10526

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10527

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10528

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10529

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10530

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10531

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10532

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10533

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10534

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10535

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10536

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10537

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10538

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10539

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10540

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10541

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10542

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10543

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10544

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10545

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10546

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10547

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10548

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10549

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10550

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10551

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10552

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10553

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10554

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10555

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10556

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10557

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10558

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10559

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10560

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10561

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10562

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10563

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10564

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10565

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10566

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10567

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10568

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10569

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10570

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10571

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10572

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10573

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10574

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10575

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10576

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10577

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10578

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10579

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10580

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10581

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10582

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10583

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10584

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10585

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10586

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10587

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10588

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10589

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10590

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10591

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10592

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10593

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10594

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10595

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10596

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10597

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10598

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10599

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10600

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10601

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10602

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10603

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10604

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10605

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10606

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10607

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10608

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10609

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10610

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10611

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10612

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10613

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10614

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10615

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10616

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10617

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10618

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10619

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10620

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10621

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10622

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10623

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10624

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10625

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10626

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10627

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10628

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10629

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10630

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10631

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10632

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10633

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10634

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10635

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10636

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10637

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10638

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10639

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10640

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10641

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10642

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº10643

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10644

Pese a sentença atroz da ignota sorte
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.