Variante nº1

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº2

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº3

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº4

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº5

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº6

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº7

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº8

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº9

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº10

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº11

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº12

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº13

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº14

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº15

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº16

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº17

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº18

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº19

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº20

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº21

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº22

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº23

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº24

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº25

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº26

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº27

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº28

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº29

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº30

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº31

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº32

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº33

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº34

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº35

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº36

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº37

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº38

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº39

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº40

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº41

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº42

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº43

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº44

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº45

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº46

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº47

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº48

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº49

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº50

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº51

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº52

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº53

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº54

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº55

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº56

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº57

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº58

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº59

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº60

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº61

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº62

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº63

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº64

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº65

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº66

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº67

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº68

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº69

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº70

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº71

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº72

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº73

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº74

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº75

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº76

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº77

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº78

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº79

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº80

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº81

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº82

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº83

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº84

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº85

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº86

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº87

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº88

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº89

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº90

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº91

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº92

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº93

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº94

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº95

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº96

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº97

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº98

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº99

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº100

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº101

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº102

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº103

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº104

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº105

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº106

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº107

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº108

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº109

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº110

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº111

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº112

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº113

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº114

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº115

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº116

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº117

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº118

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº119

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº120

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº121

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº122

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº123

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº124

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº125

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº126

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº127

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº128

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº129

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº130

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº131

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº132

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº133

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº134

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº135

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº136

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº137

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº138

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº139

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº140

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº141

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº142

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº143

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº144

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº145

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº146

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº147

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº148

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº149

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº150

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº151

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº152

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº153

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº154

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº155

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº156

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº157

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº158

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº159

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº160

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº161

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº162

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº163

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº164

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº165

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº166

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº167

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº168

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº169

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº170

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº171

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº172

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº173

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº174

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº175

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº176

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº177

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº178

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº179

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº180

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº181

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº182

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº183

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº184

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº185

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº186

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº187

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº188

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº189

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº190

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº191

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº192

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº193

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº194

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº195

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº196

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº197

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº198

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº199

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº200

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº201

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº202

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº203

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº204

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº205

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº206

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº207

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº208

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº209

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº210

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº211

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº212

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº213

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº214

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº215

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº216

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº217

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº218

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº219

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº220

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº221

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº222

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº223

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº224

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº225

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº226

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº227

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº228

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº229

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº230

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº231

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº232

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº233

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº234

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº235

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº236

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº237

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº238

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº239

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº240

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº241

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº242

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº243

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº244

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº245

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº246

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº247

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº248

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº249

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº250

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº251

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº252

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº253

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº254

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº255

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº256

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº257

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº258

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº259

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº260

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº261

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº262

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº263

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº264

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº265

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº266

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº267

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº268

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº269

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº270

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº271

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº272

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº273

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº274

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº275

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº276

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº277

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº278

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº279

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº280

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº281

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº282

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº283

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº284

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº285

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº286

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº287

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº288

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº289

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº290

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº291

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº292

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº293

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº294

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº295

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº296

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº297

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº298

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº299

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº300

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº301

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº302

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº303

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº304

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº305

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº306

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº307

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº308

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº309

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº310

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº311

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº312

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº313

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº314

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº315

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº316

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº317

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº318

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº319

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº320

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº321

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº322

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº323

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº324

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº325

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº326

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº327

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº328

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº329

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº330

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº331

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº332

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº333

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº334

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº335

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº336

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz néscia. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº337

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº338

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº339

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº340

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº341

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº342

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº343

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº344

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº345

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº346

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº347

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº348

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº349

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº350

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº351

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº352

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº353

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº354

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº355

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº356

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº357

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº358

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº359

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº360

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº361

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº362

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº363

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº364

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº365

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº366

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº367

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº368

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº369

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº370

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº371

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº372

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº373

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº374

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº375

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº376

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº377

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº378

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº379

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº380

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº381

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº382

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº383

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº384

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº385

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº386

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº387

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº388

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº389

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº390

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº391

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº392

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº393

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº394

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº395

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº396

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº397

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº398

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº399

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº400

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº401

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº402

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº403

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº404

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº405

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº406

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº407

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº408

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº409

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº410

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº411

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº412

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº413

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº414

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº415

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº416

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº417

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº418

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº419

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº420

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº421

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº422

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº423

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº424

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº425

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº426

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº427

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº428

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº429

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº430

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº431

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº432

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº433

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº434

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº435

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº436

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº437

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº438

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº439

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº440

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº441

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº442

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº443

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº444

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº445

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº446

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº447

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº448

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº449

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº450

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº451

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº452

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº453

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº454

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº455

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº456

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº457

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº458

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº459

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº460

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº461

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº462

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº463

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº464

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº465

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº466

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº467

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº468

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº469

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº470

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº471

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº472

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº473

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº474

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº475

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº476

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº477

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº478

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº479

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº480

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº481

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº482

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº483

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº484

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº485

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº486

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº487

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº488

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº489

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº490

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº491

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº492

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº493

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº494

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº495

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº496

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº497

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº498

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº499

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº500

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº501

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº502

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº503

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº504

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem,
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº505

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº506

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº507

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº508

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº509

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº510

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº511

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº512

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº513

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº514

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº515

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº516

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº517

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº518

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº519

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº520

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº521

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº522

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº523

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº524

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº525

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº526

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº527

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº528

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº529

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº530

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº531

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº532

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº533

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº534

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº535

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº536

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº537

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº538

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº539

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº540

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº541

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº542

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº543

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº544

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº545

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº546

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº547

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº548

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº549

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº550

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº551

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº552

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº553

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº554

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº555

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº556

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº557

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº558

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº559

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº560

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº561

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº562

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº563

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº564

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº565

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº566

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº567

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº568

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº569

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº570

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº571

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº572

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº573

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº574

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº575

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº576

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº577

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº578

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº579

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº580

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº581

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº582

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº583

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº584

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº585

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº586

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº587

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº588

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque neles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº589

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº590

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº591

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº592

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº593

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº594

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº595

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº596

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº597

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº598

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº599

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº600

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Breve e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº601

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº602

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº603

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº604

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº605

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº606

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº607

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº608

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº609

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº610

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº611

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº612

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Oco e vão é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº613

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº614

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº615

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº616

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº617

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº618

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº619

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº620

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº621

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº622

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº623

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº624

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. Nada e só é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº625

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº626

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº627

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº628

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº629

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº630

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº631

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº632

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº633

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº634

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº635

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº636

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o tempo
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº637

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº638

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº639

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº640

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por misericórdia
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº641

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº642

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Viver os moribundos!

Variante nº643

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº644

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso a todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Leixai
            Viver os moribundos!

Variante nº645

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem.
Felizes, porque em eles pensa e sente
            A vida, que não eles.
De rosas, inda que de falsas, teçam
Capelas veras. ’Scasso e curto é o ’spaço
Que lhes é dado, e por bom caso em todos
            Breve nem vão sentido.
Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.
Quão pouco diferença a mente interna
Do homem da dos brutos! Sus! Deixai
            Brincar os moribundos!

Variante nº646

Pesa a sentença atroz do algoz ignoto
Em cada cerviz viva. É entrudo e riem